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lunedì 27 ottobre 2014

Como a sabedoria ajudou o Orixá Oko a ficar rico e poderoso!

Todo o povo do axé sabe, que desperdiçar comida é um crime contra a natureza. Todos sabemos bem, quantas entidades estão envolvidas no processo de criação daquele alimento e quanto esforço eles realizam para nos nutrir. 
Em algumas casas de candomblé, existe um ritual onde, os donos da casa enterram todos os ossos dos animais que foram utilizados como alimento durante uma festa ou qualquer outro ritual. Isto se faz, em homenagem ao orixá Oko!
Oko é um orixá pouco conhecido e por isso mesmo pouco cultuado aqui no Brasil. É orixá da agricultura e do manejo com o solo. Come inhame e veste branco igual a Oxalá. Alguns itans contam, que foi Oko quem estimulou Ogum a fabricar utensílios agrícolas com o ferro. 
Pois bem, vamos aquele que eu considero particularmente um dos itans mais lindos do Orixá Oko, e até mesmo um dos mais lindos do axé:

" Oko era um orixá muito velho, e muito pobre. Bem pobrezinho mesmo! Ele vivia do que semeava e vendia seus frutos a preços bem baratinhos para os outros orixás, que tiravam a maior onda com ele e se achavam superiores só porque eram mais ricos.
Um dia, Olodumaré (orixá criador) decidiu fazer um grande banquete e convocar todos os orixás, pois havia uma grande notícia a dar-lhes!
Todos se emperequetaram divinamente e foram lá pra casa de Olodumaré, curiosos sobre qual seria a novidade que o criador queria contar-lhes!
A mesa era enorme, cheia de comidas delciosas, atendendo a gulodice de cada um deles. De repente, no melhor da festa, Olodumaré pergunta aos presentes, quem eles acreditam que seja entre eles, o orixá mais querido e amado por todos. Aí o pau quebrou: Cada um se achava o próprio "Obá da Cocada"! E respondiam: "Ora bolas, é claro que o mais amado sou eu!" Oko coitado, sabia que ninguém dava bola pra ele mesmo, quieto estava, mudo ficou! 
Aí Olodumaré, decidiu então tirar a prova dos nove e anunciou: "Pois bem, eu vou dar a vocês três anos de tempo para que me provem quem é o mais amado e festejado dos Orixás. Aquele que receber mais oferendas e banquetes em sua homenagem, provará que é o mais querido e receberá de mim um tesouro incalculável em poder e dinheiro." Os orixás ficaram eufóricos! Xangô então, vaidoso que só ele, gritou pra galera que aquela bufunfa já era dele e que não tinha pra mais ninguém, pois lindão como ele era e com três mulheres louquinhas por ele, o que ia ser de festa pra ele, não estava no gibi! :P
Aí, começou a bandidagem: Cada um dos orixás, começou a ser mais doce, mais gentil, mais solícito com os outros, na esperança de ser homenageado pelo colega! Tava todo mundo mais bonzinho e sorridente, que político em época de eleição!
E a zorra começou: Oxum fez um acordo com Xangô que ia dar um jantar em sua homenagem e em contrapartida ele faria o mesmo pra ela. Ele lançou este jogo com Obá e Oyá e aí já viu... 3 jantares só pra ele! Hehehe! Cada orixá foi fazendo seus acordos e o povo nunca viu tanta festa que nem naquele período! Agora pergunte: " E alguém lembrou de fazer uma homengenzinha que fosse a Orixá Oko?" Eu respondo: " Não! Ninguém! Todo mundo metido! Mandavam seus empregados lá na casa dele para comprar as frutas e verduras do banquete e o convidavam assim, quase que por obrigação! Oko, gentilmente agradecia o convite e ia feliz da vida, com seus melhores trapinhos (eu disse que ele era pobre. Pobre mas limpinho! rs) e em cada festa, em cada banquete, em cada homenagem a qualquer orixa mangagão, fazia uma única pergunta: "Posso ficar com os ossos dos animais da festa?" Os outros orixás, claro, não entendiam nada, se acabavam de rir da cara do pobre Oko, e achando até que aquilo fosse só mania de velho, permitiam numa boa. 
Oko então, quando chegava na sua casa pegava os ossos, lavava, botava pra secar, metia em um saquinho de murim e enterrava!
Os três anos se passaram e nenhum dos orixás se sentiu na obrigação de oferecer sequer um inhame azedo em homenagem ao pobre do Oko! 
Todos foram chamados a presença de Olodumaré que iria enfim, questioná-los sobre quem, entre eles, fora aquela que mais fora convidado, ou homenageado em uma festa ou banquete! 
Aí, cada um começou a puxar o saco para a sua sardinha e narrando suas aventuras, seus eventos, e vangloriando-se do quanto eram queridos e amados por todos os outros. Só quem não disse nada foi Oko!
Aí, Olodumaré que não era besta, perguntou diretamente a Oko sobre as homenagens que ele por acaso tivesse recebido! Oko, não contou conversa: Lascou um monte de lorota pra cima de Olodumaré, contando que assim que saiu do seu palácio, voltando pra casa, todos os orixás haviam reconhecido o seu trabalho como agricultor o mais importante entre os deles e declarado que ele seria o mais homenageado entre todos. 
Era tanta lorota, que os orixás ficaram indignados! Como podia Oko, aquele velho, feio, barrigudo e cheio de terra nas mãos enrugadas se permitir de dizer que ele era o que tinha sido mais homenageado entre eles? 
Olodumaré então, na sua infinita sabedoria e paciência, depois de ouvir todos os relatos e queixumes dos orixás, decidiu declarar: " Pois bem! Cada um de vocês afirma que foi o que mais recebeu homenagens. Pois bem: eu quero que provem! O primeiro que conseguir provar tudo aquilo que está dizendo, será o vencedor!" 
Silêncio geral!!! Os orixás ficaram mudos! Como é que iam provar tudo aquilo que tinham contado pra Olodumaré? Somente um, o nosso herói orixá Oko, abriu a boca e triufante gritou: "Mestre, eu posso provar que tudo aquilo que contei aqui é verdade!" Abriu uma enorme sacola branca de murim, que ele tinha trazido consigo de casa, e derramou uma porrada de ossos secos de animais aos pés de todos os orixás (que ficaram passados) e de Olodumaré! E disse: "Mestre, eu fiquei tão surpreso e tão feliz, com tamanho amor, respeito e consideração que meus irmãos orixás me dedicaram, que fiz questão de guardar de cada banquete que recebi em minha homenagem, os ossos de todos os animais que foram oferecidos como recordação de tão belos momentos!"
A sorte de Omolú naquele momento, foi ter o rosto coberto de palha pra galera não ver a cara de raiva que ele fez diante deste babado todo de Oko contando e provando tanta lorota, descabeludamente! rs
Diante dos fatos então, Olodumaré não teve outra alternativa senão, premiar a sabedoria e esperteza de Oko, com o poder de fazer brotar os frutos da terra e presenteá-lo com o dinheiro que havia prometido. E assim, Oko se tornou um dos orixás mais ricos e poderosos do orum. E é por isso, que os adeptos do candomblé sabem que não devem jogar fora de qualquer modo os restos de comida. Eles devem voltar respeitosamente para a terra, de onde vieram! :D"
Moral: Quem não é o mais rico, tem que ser o mais esperto!

Espero que vcs tenham gostado! :D

sabato 3 maggio 2014

Os anjos nos falam!

Poucas pessoas conhecem a origem do ditado: “A voz do povo é a voz de Deus”. Segundo o escritor Junito Brandão, este ditado é uma referência ao método de adivinhação que se propunha no oráculo de Delfos, na antiga Grécia, dedicado ao Deus Hermes Trimegisto: as pessoas faziam sua pergunta ao oráculo e depois eram conduzidas por longos corredores, de onde saiam várias vozes que davam informações, que posteriormente deveriam ser confrontadas e organizadas pela própria pessoa, para então sozinha, chegar a sua própria conclusão. O autor cita, ainda, uma pequena oração que segundo ele, seria dita pelos primeiros cristãos quando oravam a Deus para que lhes desse as respostas das soluções dos seus problemas: “Meu querido Zacarias, tiveste um filho e o chamou João, diz-me pela boca do povo...” então, o devoto saía pelas ruas e ficava atento àquilo que as pessoas conversavam para então tirar suas próprias conclusões. O apóstolo João, começa o seu primeiro evangelho, preocupando-se em fazer a seguinte afirmação: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus!” (1 Jo, 1:1). Na cosmovisão yorubana, é através da oralidade (seja ela cantada ou falada) que expressamos em modo mais eficiente os nossos sentimentos e desejos aos entes espirituais.

Ora, se a fala, é assim tão importante para que consigamos enviar mensagens ao cosmo, por que então este cosmo não deveria se comunicar conosco através da própria fala? Eu acredito que a todo o momento o Universo esteja falando conosco. Ininterruptamente! Eu acredito que a Energia Criadora (o xá), esteja dentro de todos nós, nas nossas cabeças (o ori) e por isso acredito sim que constantemente, esta Energia utilize os próprio seres vivos especiais para nos contar tudo aquilo que questionamos a ela.

Eu sinceramente acredito numa grande legião de anjos, irmãos de luz, mestres ascensionados, budas, orixás e santos que estão a todo instante se manifestando para comunicar conosco e que, para enxergarmos isso, precisamos somente de uns óculos compostos por duas lentes: a do amor e a da fé.  Assim como não existe momento para orar, não existe também, um momento específico para a resposta às nossas orações. Ela pode chegar quando você está ajoelhada diante da imagem de uma santa, e de repente uma borboleta pousa na cabeça dela, ou simplesmente quando você está na inauguração de um grande hotel e uma pessoa te diz palavras que você reconhece imediatamente como sendo inspiradas por anjos. “Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.” (Salmo 91:11)

E o que fazer então?
-Ser sinceramente grata aos Deuses, aos anjos, e àquelas pessoas que permitem que os anjos as utilizem como instrumento de comunicação e não se fecham para esta importante missão.
-Deixar sempre abertos olhos, ouvidos e coração para não perdermos o dom de compreender tais momentos.
-Transmitir as boas mensagens que recebemos como forma de agradecer também aos seres cósmicos que se desdobram para nos ajudar.
-Dividir a solidariedade e o amor para também ajudarmos o cosmo a ajudar aqueles seres que são mais necessitados do que nós.
Deus nos fala, através do próximo! Talvez seja este um dos segredos! ;)

 Carolina Machado

martedì 29 aprile 2014

Quartinhas decoradas para Orixás

Quartinha Iemanjá
Quartinha Maria Padilha
Quartinha Oxumaré
Quartinha Xangô
Quartinha e velas Iemanjá
Quartinha Exu 
Eu e meus trabalhos
Quartinha Ogum
Quartinha Oxalá
Oxóssi
Xangô

Oxóssi
Oxumarê
Oxalá
Oxum
Oxóssi
Oxalá

Oxumaré
Xangô
Oxum
Ogum
Oxumaré


























sabato 23 marzo 2013

Taças decoradas para Exus e Orixás

Taça decorada com fitas e flores para Oxum
Taça para Pombagira
Taça para Maria Padilha
Taça para Pombagira
Taça para Pombagira Rosa Maria
Adicionar legenda
Taça para Pombagira Rosa Maria
Taça para Maria Padilha
Taça para Ogum

Taças para diversos eventos